O genoma, a ocitocina e autismo
Por Glenys Álvarez
Genética. Recentes pesquisas de DNA descobriu um novo caminho para o tratamento do autismo social usando hormônio, a oxitocina.
A medicina moderna tem grandes esperanças sobre a genética. Desde o anúncio sobre a descodificação do genoma humano, a identificação genética não diminuiu e, cada vez mais, os investigadores descobrem genes que influenciam o aparecimento de condições. No entanto, o genoma é muito mais do que as suas unidades genéticas. Na semana passada, pesquisadores anunciaram a decodificação do epigenoma, que consiste de elementos de DNA que servem, entre outras coisas, para controlar a atividade genética. Você tem que saber muito bem o gene e seus arredores para descobrir o que acontece quando ativados ou desativados, assim que os investigadores agora falam de "assinaturas genéticas" entre as doenças.
Desta vez, os cientistas da Universidade Duke descobriram uma dessas empresas para o autismo e, principalmente, as alterações não estão no DNA em si, mas como eles são ou desligar genes. Durante os estudos epigenoma, geneticistas ter aprendido com outros grupos de substâncias, principalmente metil ativamente agindo em que ligar e desligar genes nos genomas. A tecnologia, naturalmente, colocar nas mãos de especialistas destes dispositivos para isolar, identificar e analisar conjuntos de genomas em um muito mais rápido, na verdade, nenhum geneticista ou pesquisador oncologista que não anda com um destes chips em seus molecular bolsos.
Na Duke, os montantes elevados destes grupos metílicos foram encontrados em uma região do genoma que regula a expressão de receptores de oxitocina em indivíduos com autismo.
Conversamos um monte de oxitocina. Este hormônio tem diversas funções importantes, de fato, a sua presença no momento do nascimento, sexo, o estabelecimento de confiança entre os parceiros ea formação do vínculo entre mãe e bebê foram minuciosamente examinados. A oxitocina é social, não só correr para a corrente sanguínea após ser liberado pelo cérebro, mas também navega entre nossos neurônios. Esta especificação no aspecto social do comportamento humano que está diretamente relacionada ao autismo, onde seu desempenho cai terrivelmente. E não só no autismo nas últimas décadas, um estudo mais aprofundado sobre este transtorno cerebral ter desenvolvido um conhecimento mais detalhado de um espectro de doenças neuronais forma uma caixa similares aos que hoje chamamos de Asperger. Estudos anteriores já confirmou também que quando os pacientes com autismo recebem ocitocina, melhorar suas habilidades de interação com os outros e são capazes de prever comportamentos de integração em conversas e outras configurações sociais. Na verdade, a oxitocina está entre os primeiros na fila para os tratamentos atuais para o autismo.
Individualizaçã o nos laboratórios
"Quando analisamos amostras de sangue e tecido do cérebro que nós encontramos que os níveis de metilação no gene específico nucleotide receptor de oxitocina eram muito mais elevados para os autistas do que para as pessoas sem a doença, de fato, aumentou foi de cerca de 70% em comparação ao grupo controle ", disse o co estudo-autor de Duke, o Dr. Simon G. Gregory, um professor do departamento de medicina. No entanto, nas ciências da medicina nada é preto ou branco e estereótipos para fazer uma pesquisa on-line seguro, a execução é diferente. Individualizaçã o tem invadido os laboratórios médicos e não vai deixar, no entanto, os passos que estamos tomando no genoma vai permitir diagnósticos e tratamentos específicos para o paciente e menos difundido. O mesmo é verdade neste novo estudo, o conhecimento genético atingido apoiar a implementação do tratamento, porque os médicos têm uma melhor informação sobre quais os doentes que respondem melhor aos medicamentos à base de ocitocina.
Isto implica um novo elemento no autismo
Mas os cientistas estão animado com o óbvio. "Os resultados discutimos representam uma das poucas ocasiões em que um mecanismo diferente ou susceptibilidade genética para a instabilidade do genoma tem sido implicado no desenvolvimento do autismo. Diz-nos também porque o isolamento social é parte do espectro autista, como a sua capacidade para responder ao hormônio oxitocina é extremamente limitado ", disse Gregório de EurekAlert.
No entanto, estes resultados não significam que este gene, conhecido agora como OXTR, corresponde a um diagnóstico definitivo do autismo, mas um teste deste tipo, que medem os níveis desses grupos metílicos serão integrados a análise agora temos que detectar a doença. Além disso, novos tratamentos com ocitocina empreender um caminho desconhecido e promissor na busca de uma cura para a doença.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Câmara vota Licença maternidade ampliada
Câmara vota licença maternidade ampliada para servidoras municipais
Notícias do Vereador Cirilo A Câmara Municipal de Campinas vota em primeira discussão, na sessão ordinária de quarta-feira (25/11), o Projeto de Emenda 124/2009, de autoria dos vereadores Luiz Henrique Cirilo (PPS) e Biléo Soares (PSDB), que visa alterar o artigo 136 da Lei Orgânica do Município de Campinas, ampliando a licença maternidade para servidoras de quatro para seis meses. A alteração da Lei Orgânica é necessária para que as servidoras municipais possam ter direito a dois meses além dos quatro preconizados pela Constituição.
“Na verdade estamos fazendo com que a Lei Orgânica do Município esteja em harmonia com Lei Federal 11.770, sancionada em setembro de 2008, haja vista que, para as servidoras públicas municipais terem direito à licença maternidade ampliada, os municípios precisam se adequar à lei”, salientou o vereador Cirilo.
No dia 22 de outubro foi realizada uma Audiência Pública no Plenário da Câmara para debater o assunto, com a participação do obstetra e ginecologista Dr. Marcelo Chaib e do professor de pediatria da Unicamp e ex-reitor da mesma universidade, Dr. José Martins Filho. Os especialistas falaram dos benefícios do aleitamento materno tanto para mãe quanto para o filho e, consequentemente, da importância dos dois meses a mais na licença maternidade.
Questionado por uma servidora municipal grávida como fazer para que tenham direito à ampliação da licença maternidade, o professor José Martins Filho não teve dúvida na resposta: “Lotem as galerias da Câmara no dia da votação, para que os vereadores se sensibilizem e aprovem a matéria”, recomendou.
A Lei de Licença Maternidade, que teve como base o projeto de lei da senadora Patricia Saboya (PDT-CE), foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 9 setembro de 2008. A lei beneficia trabalhadoras das empresas privadas e autoriza a administração pública federal a conceder os seis meses às suas servidoras. Estados e municípios precisam alterar a lei orgânica para que as servidoras tenham direito.
Notícias do Vereador Cirilo A Câmara Municipal de Campinas vota em primeira discussão, na sessão ordinária de quarta-feira (25/11), o Projeto de Emenda 124/2009, de autoria dos vereadores Luiz Henrique Cirilo (PPS) e Biléo Soares (PSDB), que visa alterar o artigo 136 da Lei Orgânica do Município de Campinas, ampliando a licença maternidade para servidoras de quatro para seis meses. A alteração da Lei Orgânica é necessária para que as servidoras municipais possam ter direito a dois meses além dos quatro preconizados pela Constituição.
“Na verdade estamos fazendo com que a Lei Orgânica do Município esteja em harmonia com Lei Federal 11.770, sancionada em setembro de 2008, haja vista que, para as servidoras públicas municipais terem direito à licença maternidade ampliada, os municípios precisam se adequar à lei”, salientou o vereador Cirilo.
No dia 22 de outubro foi realizada uma Audiência Pública no Plenário da Câmara para debater o assunto, com a participação do obstetra e ginecologista Dr. Marcelo Chaib e do professor de pediatria da Unicamp e ex-reitor da mesma universidade, Dr. José Martins Filho. Os especialistas falaram dos benefícios do aleitamento materno tanto para mãe quanto para o filho e, consequentemente, da importância dos dois meses a mais na licença maternidade.
Questionado por uma servidora municipal grávida como fazer para que tenham direito à ampliação da licença maternidade, o professor José Martins Filho não teve dúvida na resposta: “Lotem as galerias da Câmara no dia da votação, para que os vereadores se sensibilizem e aprovem a matéria”, recomendou.
A Lei de Licença Maternidade, que teve como base o projeto de lei da senadora Patricia Saboya (PDT-CE), foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 9 setembro de 2008. A lei beneficia trabalhadoras das empresas privadas e autoriza a administração pública federal a conceder os seis meses às suas servidoras. Estados e municípios precisam alterar a lei orgânica para que as servidoras tenham direito.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Saiu o resultado do África em nós...não fui selecionada...

Postado em ACGE, Campanha África em Nós
RESULTADO DA CAMPANHA FOTOGRÁFICA ÁFRICA EM NÓS
Sem Comentários »
10/11/2009 Postado em 00:15
O Governo de São Paulo e a Secretaria de Estado da Cultura, por meio da Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias agradecem a efusiva participação da população na Campanha Fotográfica África em Nós.
Foram recebidas 7.320 fotos de mais de 360 municípios participantes.
A seguir publicamos a lista dos 100 fotógrafos selecionados pela curadoria da Campanha, conduzida pelo fotógrafo Walter Firmo.
As 100 fotos selecionadas serão expostas no Museu Afro Brasil e integrarão um catálogo da campanha.
Parabenizamos aos fotógrafos selecionados e a todos que participaram!
Aproveitamos para convidar a todos para o lançamento da exposição e do catálogo, a ser realizado no dia 17 de novembro, às ,19h no Museu Afro Brasil.
Lançamento da Exposição e do Catálogo África em Nós
Terça-feira, 17 de novembro de 2009, às 19h
Museu Afro Brasil
Pavilhão Manoel da Nóbrega
Parque Ibirapuera – Portão 10
São Paulo/SP
CEP 04094-050
Fone (11) 5579-0593
ENTRADA GRATUITA
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Reflexão sobre o Dia da Consciência Negra

Dia 20 de novembro é o Dia da Consciência Negra.
Em algumas cidades é dia de feriado.
Será que as pessoas em geral sabem por que neste dia é feriado?
Creio que não. Muitos se agradam do feriado e nem querem saber nada sobre o motivo deste dia de descanso. Sim, descanso, pois a única coisa que significa é que não vão ter que trabalhar ou estudar, é mais um dia de folga como sábado ou domingo.
Consciência negra?
Será que o povo tem consciência que este dia é importante para os afro-descendentes?
Que significa que é uma vitória perante a sociedade e governantes deste país ter o reconhecimento da importância enquanto cidadãos brasileiros que há tempos foram oprimidos e tratados com tamanha crueldade e até hoje lutam pelo reconhecimento histórico e pela igualdade de direitos?( pois muitos ainda são discriminados).
Não, o nosso país não é preconceituoso, não discrimina os negros, é o senso comum que ainda predomina.
Sabe-se que existe um preconceito velado, mas pouco a pouco vemos que está acontecendo mudanças, tanto no fato das cortinas do preconceito se abrirem e mostrarem o que antes não se via e também no despertar de muitos para buscar um equilíbrio, uma igualdade de direitos e de reconhecimentos de seu valor para a sociedade brasileira.
Refletindo sobre o preconceito e discriminação que a sociedade tem com afro-descendentes, comecei a notar que:
- são raros recepcionistas negros/as em consultórios, escritórios, etc.
- é difícil ver vendedores negros/as em lojas de shoppings.
- raramente vemos médicos, dentistas, engenheiros negros
- associa-se muito o afro-descendente com carnaval, samba, folia, futebol, sendo que culturalmente todo brasileiro, seja branco ou negro é carnavalesco, gosta de samba, de futebol, etc.
- existem ainda afro-descendentes que não assumem a sua raça.( se questionados sobre sua etnia/raça dizem branco, mesmo que mostrem características bem fortes de ascendência africana, citando como exemplo, um famoso jogador de futebol brasileiro que raspava o cabelo e se declarava branco. Uma pena!
Consciência negra é também para esses afro-descendentes se aceitarem e ter orgulho de sua raça. Temos que valorizar o que somos, e não camuflar e muito menos declarar-nos só por interesse, como muitos, inclusive brancos declarando-se negros/afro-descendentes só para terem mais facilidades para ingressar numa universidade.
Enfim, temos que ter consciência que somos cidadãos, temos que tomar consciência que o nosso Brasil é praticamente um país de afro-descendentes, a minoria é branca e por que essa parcela tem que ser dominante?
Por que não ser igual?
Por que o branco pode ser rico e o negro não? (com exceção do Pelé e mais alguns)
Por que o branco pode e consegue estudar nas melhores universidades e o negro não?
Temos todos que parar e refletir!
Somos todos iguais, independentes das diferenças de cor, raça, etnia..., temos que ter os mesmos direitos, as mesmas oportunidades, temos todos que ser respeitados, valorizados como qualquer cidadão que tem seus direitos e também deveres resguardados pela Constituição Federal.
Curiosidades
Fiz um apanhado de palavras que usamos bastante que são de matriz africana:
Moleque, zumbi, cachaça, batuque, cachimbo, cafuné, carimbo, cachumba, chuchu, dengo, fubá, canjica, quitute, inhame, jiló, quiabo, quibebe, samba, senzala, tutu, marimbondo, miçanga, muamba, tanga, e muitas outras.
Leiko I. Garcia 10/11/2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)
